terça-feira, 11 de maio de 2010

Musica

Anestesia

A chuva cai la fora
Estou em meu quarto
Meu escuro, quente e só quarto
Parece que não faço parte desse mundo
Se há algum futuro feliz, acho que não estou nele
Ou se estou, ainda não me avisaram


Refr.:

É primavera mas parece inverno
A esperança renasce cada dia
Mas meu velho coração, já não aguenta mais
Esperar sem nenhuma confirmação
De que um dia elevai ser amado
É tão triste mas a cada dia
Ele vai sendo anestesiado


Mas isso não torna sua vida
Sua pobre, longa e só vida melhor
Ás vezes é até pior
Acreditar que ela melhorou
Que seus sonhos serão realizados
E que todos estaram ao seu redor, ao sei redor e ao seu lado

Refr.
...........

Me apego a coisas passageiras
E espero usted a cada dia
Cada dia de minha vida
Minha bela, viva vida com você

J.S.

Poesia



Como?!


Como oh mestre, não derramar por ti

Lágrimas em pálpebras dementes

Se ao lembrar de teu tormento

Não paralisar-se na angustia e na dor


E ao pensar que muitas vezes

Tão solitário ficou no alento

E eu sem poder fazer nada

Para acabar com esse fervor


Maldigo esse impiedoso tempo

Que com quase dois séculos

Me separaram de ti


Mas habita em mim a esperança

Que um dia sem escrúpulos

Te encontrarei enfim

J.S.

domingo, 9 de maio de 2010

Conto

Djeanine, uma história


por: Jéss seravla



Prologo



Eu a descobri no meio os papeis que eu odiava tanto. Era como o descobrimento do ouro. Mas a única riqueza que ela podia me trazer era meu próprio conhecimento.

Ela era minha esperança, eu a sentia como um filho desamparado. Mas sentia também dentro de mim, que ela estava longe. Mas não poderia jogar a sua alma aos céus, não, ela não estaria morta.

Eu precisava resgata-la de algum lugar, então comecei a procurar vestígios de sua passagem. Eu sabia somente seu nome, sua rua, e sua cidade, que aliás, é a minha. Eu esperava encontra-la no seu endereço, ver sua casa, vê-la.

Muitos devem achar estranho esse apego a uma pessoa que você nunca viu de perto. Mas quando vi o seu nome estampado em um processo feito por uma descrente. Ela estava sendo acusada de algo que eu tanto admiro: coragem de mostrar os elementos do seu destino!Eu fiquei desolada. Queria saber o que tinha acontecido com ela, parece, ou era, minha obrigação cuidar dela, e assim cuidar de todos com a sua nobreza. E falhei, pensei. Não falhei, só não cheguei a tempo.

E por isso, por dever, que decidi investigar o seu caminho. Saber de uma pessoa que, como muitas outras, são muito importantes para mim, era, é e será minha obrigação!
Continua...